Sunday, August 27, 2006

Sweden

Mattias Bengtsson, presidente do Center for the New Europe, para o FT:

"I would even say that if you look for a real and viable vision for the future, the only one available is more or less libertarian. Since the mid-1990s there has, for example, been an explosion of libertarian think-tank activity in Europe. The network of European free market think-tanks - the Stockholm Network - now has more than 130 members.

Coming from Sweden I also notice that, on many of the issues Mr Lind mentions, my home country is turning towards libertarian practice. Sweden adopted school vouchers in the early 1990s. Many Swedish children now attend private, for-profit schools. The Swedish governmental pension system has been reformed - the system will never pay out more than comes in, and it is partly privatised and fully funded. Major state-owned companies have been sold out, many markets deregulated. Even nuclear power plants have been sold to foreign owners. There is no minimum wage. Immigration from the 25 European Union members is free.

The socialist government, with the support of the former Communist party, recently abolished the inheritance tax and the gift tax. Healthcare is to a growing degree produced by private companies - one of the largest hospitals in Stockholm is owned by a for-profit company listed on the stock exchange. The underground in the capital is run by a French company. The taxi business is open for entry and without regulation regarding fares. And the Swedish edition of Ayn Rand´s Atlas Shrugged has sold more than 10,000 copies since last year. This is just to mention a few examples."

Via Johan Norberg

10 comments:

Fernando said...

É como alguém disse por aí: o libertarianismo é o novo comunismo, só que ao contrário. Vai entender essa gente. :)

[]s

Bruno Chiarelli said...

Paulo, dá pra citar os livros que você anda lendo?

Vou tentar comprá-los. Tenho a impressão que aqui no Brasil não se estuda os EUA como deveriam.

Gostem ou não, é o maior fenômeno social, econômico e militar dos últimos 2 mil anos (ou de todo o sempre), mas não conheço nenhum brasileiro que seja um "americanista", equivalente aos americanos brasilianistas. O que vejo são professores de relações internacionais, que a cada morte no Iraque são chamados pelos jornais para falarem mal do Bush. É muito rasteiro, né?

[]s

Bruno Chiarelli said...

Foi mal, comentei no post errado.

[]s

Cláudio said...

Pô Bruno, brasileiro não estuda nem o Brasil, ainda mais o país dos outros. ;-)

Claro que a gente poderia estudar este caso de sucesso (assim como fazem as empresas) e tentar aplicar o que fosse possível por aqui, mas isso requereria aceitar que eles não correspondem ao estereótipo que enfiaram - ou tentaram enfiar - nas nossas cabeças.

Paulo said...

Bruno,
Sem duvida alguma pega esse aqui:
http://www.amazon.com/America-Last-Best-Hope-/dp/1595550550/sr=8-1/qid=1156870598/ref=pd_bbs_1/102-2472213-5524159?ie=UTF8

America: The Last Best Hope (Volume I): From the Age of Discovery to a World at War - William Bennett

Eh uma aula de historia americana, e eh nao eh nem um pouco chato.

Ah, e para quem tem a chance, tem um cara chamado Michael Medved que tem programa de radio muito bom (foi aonde eu ouvi sobre o livro). Da para ouvir online aqui:

http://www.am1280thepatriot.com/subpage.asp?StationId=WWTC-AM&PageNo=4

Eh do 12 as 3 Pacific Time, 4 as 7 da noite ai no Brasil. Vale muito a pena.

[]s

Cláudio said...

Eu ouvi o show dele quando estava preso num engarrafamento. Não é para delicados ouvidos progressistas.

Paulo said...

hehe, acho ele mais na boa que a Ingram ou mesmo o Rush. Tambem tenho um livro dele (Right turns) na fila.

Cláudio said...

O show da Laura Ingran é realmente bom demais.

Bruno said...

Valeu Paulo, já comprei o livro, só falta chegar.

Abraços

Paulo said...

Muito bom! Por onde vc comprou? Quanto custou? (if you don't mind me asking)

[]s