Sunday, September 11, 2005

New Orleans FYI

- A população de New Orleans era de 462,269 mil pessoas em Julho de 2004, de acordo com o U.S. Census Bureau, e ocupava o 35.o lugar no ranking americano.

- De acordo com o U.S. economic freedom index de 2004, a Louisiana era número 40 entre os 50 estados.

- O Porto de New Orleans é o maior integrante do Porto Sul da Louisiana, o maior porto comercial do ocidente e 4.o maior do mundo.

- De acordo com o U.S.Metro Economies: U.S.Metro Economies: The Engines of America’s Growth (2000), a cidade ocupava o 53.o lugar no ranking de produto bruto das cidades americanas (US$ 41.426 million), atrás de cidades como Fort Lauderdale-FL, Salt Lake City-UT e Rochester-NY.

- Quando comparado com a economia de todos países do mundo, New Orleans ocupava o 105.o lugar, na frente de países como Síria (111.o lugar, US$ 36.029), Marrocos (114.o lugar, US$ 35.132) e Romênia (117.o lugar, US$ 32.090). A cidade equivalia a aproximadamente dois terços da economia do Chile (71.o lugar, US$ 67.444), metade da economia da Colômbia (59.o lugar, US$ 83.399), e um terço de economias como a Grécia (43.o lugar, US$ 125.797), Arábia Saudita (42.o lugar, US$ 128.326) e Finlândia (41.o lugar, US$ 129.861).

- A cidade era sede de somente uma empresa do Fortune 500: Entergy Corporation.

- Estima-se que a perda econômica causada pelo furacão chegue a 175 bilhões de dólares. A maior parte desse valor, 100 bilhões, vem de perdas na estrutura da região: casas, estradas, pontes, represas, sistemas de telecomunicação, água e esgoto. 25 bilhões causados pelos negócios perdidos pela região, e 50 bilhões devido ao aumento do preço de energia que o resto do pais pagará.

4 comments:

Raimundo Arão said...

Off-topic FYI:
Desculpe-me fugir do assunto do post, Paulo, mas só você discutiu o assunto China-Gates. O parênteses que faço é a reportagem abaixo:
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2005/09/10/AR2005091001222.html?referrer=email&referrer=email

Bem, parece-me que a própria internet está servindo de instrumento repressor, ao invés de aumentar a liberdade naquele país. Posso estar absolutamente errado, mas acho uma incoerência e moralmente contestável aceitar atuar neste tipo de mercado.

Fernando said...

Pompéia ou São Francisco, Paulo? O que será que os big wigs vão decidir?

[]s

Paulo said...

Arao,
Eh tudo uma questao de ponto de vista. Se o yahoo nao estivesse por la, o jornalista nao teria conseguido (pelo menos da mesma maneira) informar o resto do mundo da censura chinesa... E considerando que presos politicos sempre existiram, provavelmente ele seria preso de outra maneira.

O X da questao eh, o que o yahoo poderia fazer? Pressao politica? Sera que o governo se beneficia do yahoo mais do que o povo?

Eu ainda acho que nao.

Fernando,

Ah, vao reconstruir tudo, e se bobear, vai ficar "melhor" que antes. Vai ser uma festa de gastos. Sera que vai valer a pena? Acho que eh dificil saber. Acho ate que muitas pessoas vao ser mais espertas que o governo e nao vao voltar para NO, pelo menos nas areas mais baixas. Mas eventualmente o preco baixo das propriedades vai atrair investidores, que vao atrair compradores, e daqui 50 anos ninguem lembra de mais nada.

[ ]s

Fernando said...

Mas isso e' sempre assim, independentemente de ideologia, geografia ou qualquer outro "ia". Quanto custa sustentar a rede de diques da Holanda, por exemplo? Quanto vale manter Veneza flotando? Quanto vale manter Schiavo viva? Enfim, deixa esse ultimo pra la'.

Abracos.